sábado, 6 de dezembro de 2014

Sorria

Sorrio. Sorrio pelo maior tempo que suportar, mas sei que uma não suportarei a dor vai vencer. Não conseguirei, é como uma bipolaridade uma hora conto piadas, sorrio, outra já não posso suportar mais a dor vence toma conta de mim, vai levando cada gota de "felicidade" até que viro o bolo de tristeza, uma hora a força vem de novo, sorrio.Sorrio até que ela vem e começa a levar tudo novamente. Recuso me a alguém ver o quanto dói, não sou fraca, não chorarei. A música toca tento me animar, ninguém pode ver me. Sorrio, forço ele, alguns vem o quanto forçado é. Às vezes deixo escapar o quanto estou fingindo, às vezes eles veem o quanto morta eu estou, sorria, sorria, não os deixe ver. Eu forço me a sorrir, a fingir, a ser forte. Ninguém pode ver o quanto morta eu estou, de um jeito menina, mas sorria, mas finja, você é mais forte que isso. Ninguém pode ver o quanto a dor é de mim, sorria não deixe ninguém chegar até você, não chore, não seja fraca, vença essa merda. Levante a cabeça, enxugue as lágrimas, mostre a todos que está bem. Não te abele por qualquer coisa, sorria mesmo quando te abele. Ria das palvaras que fazem tuas feridas sagrarem, não deixe ninguém ver o quanto ferida está. Ninguém pisa em você, sorria. Você não é vulnerável, engula o choro, seque as lágrimas. Ninguém pode te ver assim fraca, sorria.

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